Hey, vestibulande! Vamos de Arte hoje? Hehe Não tem coisa melhor que arte, liberdade e expressão, tudo assim, juntinho! Com certeza o blog de hoje promete!!! Simbora!

Contextualizando nessa joça

Falar em liberdade e expressão nos remete aos ideais promovidos pelos caras que nortearam o pensamento clássico. Estamos falando daqueles “tesudinhos” dos gregos e dos romanos. Afff… Deu até um calorzinho…

 

suadeira

 

As obras desse período valorizavam os corpos masculinos e femininos, com tanta beleza e maestria. Veja só meu deusinho da escultura sagrada! Era só gostosura!

 

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O Discóbolo é uma estátua do escultor grego Míron, que representa um atleta momentos antes de lançar um disco. Foi realizada entre os anos 460 e 450 a.C.

 

E como tudo o que é bom dura pouco, resolvemos, de tempos em tempos, resgatar esse modelo… Então, um negócio que surgiu lá no tempo do ronco, voltou a ser um sucesso em pleno século XVIII.

Aí surgiu uma parada chamada de Neoclassicismo (novo Classicismo). Original, não? Qual seria a sua proposta? Resgatar os valores clássicos. Dãaaaaaaaaaa… Mas peraí! Era repetição pura? Eita povinho sem criatividade!

Calma… Eles tinham seu toque original, pois trabalhavam com elementos de seu cotidiano também.  Por exemplo, o bonitão do Napoleão Bonaparte era um Brad Pitt da época e aparecia em várias obras. Tudo isso porque ele representava os ideais de beleza greco-romanos, pois ele era quase um deus grego…

 

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Napoleão cruzando os Alpes é o título de cinco versões de um retrato pintado a óleo de Napoleão Bonaparte pelo artista francês Jacques-Louis David entre 1801 e 1805.

 

Só que não! Tinha uma grande pitada de puxa-saquismo nessa história. Napoleão era feinho mesmo! Só que o tal de Jacques-Louis David, um dos grandes nomes do Neoclássicismo, retrataria Napoleão de maneira supimpa.

O motivo? Ele era pintor da corte do cara! Ele ia fazer diferente? Cada um que abane seu carvão molhado… Mas uma coisa é fato, a admiração de Bonaparte pela Arte Clássica seria sentida em toda a França, principalmente pela arquitetura, que exaltava as formas gregas e romanas.

Vale a pena dar uma olhadinha no seu famoso “Arco do Triunfo”… E não pense em bobagem, safadinhe! Estamos falando de uma obra mesmo! Ok? Ham!

Vale acrescentar que o movimento neoclassicista representou também um movimento artístico e cultural que envolveu a literatura, a pintura, a escultura e a arquitetura. Trata-se de um estilo de oposição aos exageros, rebuscamentos e complexidades do Barroco. Tadinho do Barroco, só se ferra!

Quais são as principais características do Neoclassicismo?

Podemos listar a valorização do passado histórico e a influência da arte clássica (de novo esse troço); os ideais iluministas também foram importantes para a consolidação de princípios (eles foram iluminados! Deus abriu uma nuvem no céu e veio uma luz que pousou na cabeça dos artistas… Quanta balela… hahahah…); temas mitológicos e cotidianos (Napoleão que o diga!); racionalismo, academicismo e idealismo (ou seja, muita frescura… Vamos cancelar logo essa parada! Não! Vamos terminar… Aguente firme!).

Até mesmo porque temos que falar de outros assuntos! Tem ainda o Romantismo e o Realismo. Vixe! Ia esquecendo! Também tem os reflexos dessa arte em terras brasileiras! Putz! É muita coisa, mas siga-me os bons…

 

ROMANTISMO

Say you, say me… Para tudo! Não é esse romantismo que vocês estão pensando! Tá tudo na seca por aqui, né? Seus encalhades! haha Vamos falar do romantismo, o movimento da literatura e da arte.

Esse é movimento artístico, político e filosófico, surgido nas últimas décadas do século XVIII na Europa que durou por grande parte do século XIX. Caracterizou-se como uma visão de mundo contrária ao racionalismo e ao Iluminismo, e buscou um nacionalismo que viria a consolidar os estados nacionais na Europa. Chique não?   

Os caras amavam a subjetividade, as emoções e o individualismo. Poxa, como esse estilo é a minha cara! Tão eu… Sou emotive, adoro a subjetividade (se bem que isso é subjetivo!) E sou individualista mesmo! Tá lendo meu blog por quê? Quem mandou? Humpf! Tô de brinks! haha

A obra marcante é uma das que mais amo… Ela é linda, maravilhosa, fechosa! É “A liberdade guiando o povo”, de Eugène Delacroix. Uma obra feita em 1830, que comemora uma importante revolução que ocorreu em julho do mesmo ano.

 

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Linda, né? Affff….

Vale acrescentar que os artistas do período eram contrários aos valores clássicos. Eles buscavam uma idealização da sociedade, do amor e da mulher. E se nada desse certo, acreditavam que a morte seria solução para todos os problemas (deusulive!).

Mas mudando de assunto… Vamos de…

Realismo

Este foi um movimento oposto ao Romantismo (é só tesourada! Um contra o movimento do outro! Galera bacana, né?). A escola que comentamos anteriormente tinha como principais características a subjetividade, o individualismo, a fuga da realidade e a idealização da vida e de seus personagens.

Desse modo, os artistas realistas buscam demonstrar a realidade tal como ela é, ou seja, representavam a arte a partir de temas relacionados com a realidade social e cotidiana. Assim, eles buscavam retratar de maneira mais fidedigna os aspectos da realidade, seja pelo cotidiano massacrante ou pelas infiéis relações amorosas e sociais (chocante!).

 

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Um dos grandes nomes do estilo é o tal de Gustave Courbet e a sua obra “Homem desesperado”, de 1843. Na verdade, essa obra é um autorretrato. Por que Courbet estaria tão desesperado? O que ele tinha aprontado? Deve ser por causa de sua obra “A origem do mundo”, de 1866. Se você quiser saber sobre ela, tome cuidado! Porque, se seus pais pegarem você vendo essa obra pela tela do computador, o bicho vai pegar! Quem avisa amigo é! hehe

Terminando… Pois já não aguento mais escrever sobre a vida dos outros…

Tem os reflexos disso tudo no Brasil… Vamos que vamos!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido…

A parada é a seguinte: teve uma treta entre Inglaterra e França (o tesudinho do Napoleão atacando, mais uma vez, com a sua mania de grandeza…). Portugal estava no meio dessa treta e Dom João VI não era um primor de guerreiro.

Dessa forma, a solução foi transferir a corte para a colônia portuguesa na américa. Estamos falando do Brasil! Brasil sil sil sil sil!!! É nóis na fita agora! haha Se bem que não foi muito bom pra gente não… Esperávamos mais… Mas pra quem era colônia de exploração, já estava de bom tamanho…

Então, por aqui, os portugueses e seus pasteis de Belém instituíram uma série de coisas. Biblioteca nacional, imprensa régia, Banco do Brasil (pois é… É o Banco do Brasil dos dias atuais… Eita troço velho da poxa!), Academia Imperial de Belas Artes… Aqui que eu entro, pois não sou economista Enem bancário para ficar falando de banco… Meu negócio é arte, carambolas!

 

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Os portugueses e seus vinhos do Porto acreditavam que a arte brasileira precisava de uma atualização, de um upgrade, de transformar o nosso Barroco tão lindo em Neoclassicismo. Esse era o estilo que vigorava na Europa.

Para isso veio uma ruma de franceses, a missão artística francesa (por que francesa? Por que era de Francês, ué?). Dentre os caras tinha um tal de Jean-Baptiste Debret, o cara em retratar o nosso país. Podíamos considerar a sua obra “Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil” como o Google da época, pois foi uma coletânea de aquarelas que retratavam esse país exótico chamado Brasil sil sil sil… Mais um pouco de sil sil sil…

 

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Por aqui, os franceses e suas baguetes criariam a importante Academia Imperial de Belas Artes, um marco para a modernização da arte brasileira. Mas a modernidade da arte brasileira é assunto para outro blog…

Até mais! Espero que tenha aproveitado!

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